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Por Irmão José Ronaldo Viega Alves - Oriente de Santana do Livramento – RS.

“Confessaremos o paradoxo: a escola pitagórica foi, para o mundo ocidental, o primeiro modelo de uma sociedade secreta e, pois, fechada em suas particularidades - a franco-maçonaria emprestará dela inúmeros símbolos essenciais - e, ao mesmo tempo, o primeiro modelo de uma sociedade aberta ao universal por seu papel político e pela importância atribuída à filosofia. Como vimos, é a Pitágoras que devemos o próprio termo ‘philósophos’ para designar o homem que, sem partilhar a sabedoria dos deuses nem querendo desafiá-los, põe-se em busca de uma sabedoria propriamente humana; é ainda a ele, ou ao pitagorismo, que devemos o ideal deste conhecimento demonstrativo, desvinculado de toda crença religiosa, mística ou ideológica, que o Ocidente chama de ‘ciência’ e da qual ele extrai a legitimidade de sua ética teórica bem como de sua ética prática. O pitagorismo está pois na encruzilhada desses jogos de oposição que se chamaria mais tarde  de ‘esoterismo’ e ‘exoterismo’, ‘sagrado’ e ‘profano’, ‘laico’ e ‘religioso’, e que definem as ‘sociedades abertas’ e as ‘sociedades fechadas’, as quais, como se sabe, depois de Bergson, tendem inevitavelmente a se abrir.“ (Mattéi, págs. 30-31, 2007)  

INTRODUÇÃO

De maneira sucinta podemos dizer que uma escola filosófica se refere a uma comunidade de pensadores em torno de um Mestre (na maioria das vezes), onde são partilhados ideais e formas particulares de filosofar.

Da Antiguidade aos nossos dias atuais (ainda que com um outro formato), várias escolas tiveram e tem existência concreta. Durante a Idade Média o uso do termo esteve mais afeto à Escolástica (doutrina da escola) que foi a filosofia ensinada nas escolas eclesiásticas e nas universidades europeias do período aquele compreendido entre os séculos IX ao XVII. A maior característica dessa linha de pensamento foi a de conciliar os dogmas cristãos e as verdades reveladas com as doutrinas filosóficas mais clássicas, a exemplo do platonismo e do aristotelismo. (Japiassú & Marcondes, 1996, pág.87)

A Maçonaria, quando da construção da sua doutrina, como todos sabemos, bebeu de várias fontes de sabedoria, onde destacam-se, sem dúvida, algumas das escolas mais proeminentes da filosofia antiga e das posteriores.

Os Graus da Maçonaria Simbólica, principalmente, na metodologia de ensino aplicada, possuem alguns pontos em comum com essa escola que é chamada de pitagórica (a primeira que veremos durante o desenvolvimento deste trabalho) e que floresceu entre os séculos VI e IV a.C.

Veremos uma biografia desse que foi um filósofo e matemático dos mais importantes da antiguidade, cujo nome era Pitágoras: a sua escola (a qual reuniu o misticismo e o rigor da ciência), os sistemas de pensamento, os números como essência de todas as coisas, a crença na reencarnação, as suas descobertas, entre outras coisas.

Após conhecermos Pitágoras e o funcionamento da sua escola, veremos os tipos de influência que ela exerceu na Maçonaria.

PITÁGORAS (582-500 a.C.)

Pitágoras nasceu na Ilha de Samos, localizada na Ásia Menor. Depois da tentativa de fundar uma comunidade de cunho religioso, filosófico e político naquela localidade, acabou sendo impedido pelo governador da época.  Então emigrou para a Itália, onde em Crotona, colônia grega que lá havia se estabelecido, fundou essa comunidade. A partir daí tem início a difusão dos seus ensinamentos de caráter iniciático. Sua escola logo prosperou, tanto que para ela afluíram as inteligências da época.

Pitágoras teria sido o primeiro a ensinar o sistema heliocêntrico, o que não é de estranharmos já que ele foi um brilhante matemático, astrônomo, metafísico e geômetra. Consta que ele descobriu vários teoremas e teria realizado a primeira classificação dos números pares, ímpares, primos e múltiplos.  

Considerado também o filósofo da alma, a qual ele concebia como a verdadeira substância, preexistente ao corpo que é perecível, mas, que cumpre uma reencarnação sucessivamente como um castigo pelas faltas cometidas nas existências anteriores. Para ele, para que a alma pudesse se libertar ao final, era preciso praticar as virtudes, sendo que, estas últimas funcionariam então como purificações.

Pitágoras teve atribuído a ele a criação do termo Filosofia, e os princípios que formulou influenciaram outros dois grandes filósofos gregos: Aristóteles e Platão.

Ele e a sua escola (a dos pitagóricos) foram reconhecidos como os precursores fundamentais no estudo dos números, pois, acreditavam que os números eram importantíssimos para a compreensão do mundo natural, que os números eram a essência da realidade. Com isso, estabeleceram a ideia de que essa realidade poderia ser explicada por meio das relações numéricas. Foram várias as suas descobertas relacionadas ao universo dos números, entre elas o descobrimento do 47º postulado de Euclides (Teorema de Pitágoras). Também estudaram o papel dos números na música.  

PITAGORISMO

O Pitagorismo era uma doutrina de cunho filosófico que tinha resquícios do Orfismo. Os conhecimentos ministrados por essa Escola compreendiam a filosofia, geometria, astronomia, matemática e a música. Além disso, alguns temas considerados tabus na época foram estudados e aprofundados. Vejamos uma mostra desses temas (alguns deles certamente polêmicos para a época): heliocentrismo, unidade invisível de Deus, igualdade de condições entre os sexos, transmigração das almas (metempsicose)... Como já foi mencionado havia também um foco muito grande na Matemática e na numerologia, sendo que, a reunião disso tudo veio a configurar o patamar científico e intelectual atingido para a época em razão da imensa riqueza de conhecimentos disponíveis, confirmando a superioridade ante sua sucessora, o Orfismo. (Girardi, pág. 503, 2008)

Na realidade, teria sido pelo especial propósito da Escola Pitagórica em promover a reforma do Orfismo, que este último chegou até nós.

Um aspecto que tem gerado controvérsias é se as escolas pitagóricas teriam   relação com a política, ou se chegaram a possuir orientação política. O historiador Peter Gorman, citado pelo Irmão Raimundo Rodrigues, com base num distanciamento natural que Pitágoras demonstrava pela política diz que a sua organização era de natureza eminentemente mística e filosófica. (Rodrigues, 2004, pág. 139) Porém, isso pode ser discutível até um certo ponto, se levarmos em consideração uma espécie de advertência que constou em um artigo da National Geographic a respeito de Pitágoras, que diz o seguinte:

“Por volta de 532 a.C., ele emigrou para o sul da Itália, aparentemente para escapar do governo tirânico de Samos. Foi lá que ele estabeleceu uma academia ético-política. Entretanto, teve que fugir de Samos em 510 a.C. para a cidade italiana de Metapontum, onde morreu.”

Além de levarmos em conta o seguinte, também:

“De acordo com a Britannica, é difícil distinguir os ensinamentos de Pitágoras dos ensinamentos de seus discípulos. De fato, é possível que ele não tenha escrito nenhum livro e que seus seguidores tenham apoiado suas doutrinas citando indiscriminadamente a autoridade de seu mestre.”

Pitagorismo e religião

Para alguns autores Pitágoras foi o fundador de uma seita religiosa. Dentro dessa linha de pensamento são apontados por eles aspectos que reforçam essas práticas. Por exemplo, R.N. Champlin quando se referindo a Pitágoras:

“A fé religiosa ensinada por Pitágoras incluía iniciação e cerimônias secretas, votos estritos e grande senso de responsabilidade, vegetarianismo (embora proibida a ingestão de feijão), a subida através de vários graus na escala da espiritualidade e na prática da fé, a comunhão de bens por toda a comunidade.” (Champlin, pág. 285, 2008)

AS INFLUÊNCIAS DA ESCOLA PITAGÓRICA NA MAÇONARIA

O Irmão Theobaldo Varoli Filho menciona em sua obra clássica “Curso de Maçonaria Simbólica” que o Rito Moderno é o rito maçônico que mais deu relevância ao pitagorismo. (Varoli Filho, pág. 168, 1977)

Pitágoras e a doutrina que leva seu nome, estão presentes como verbetes em praticamente todos os dicionários maçônicos. Centenas, talvez milhares de artigos, trabalhos apresentados em Loja, tem aludido ao seu nome e à sua doutrina.

Evidentemente, para o leitor ou estudioso, o que mais chama a atenção é a maneira como funcionava o sistema incluindo as categorias às quais seus discípulos eram obrigados a cumprir na busca do seu aprendizado individual e do objetivo maior que era alcançar a perfeição. A partir do momento em que passemos a descrever suas etapas, logo na sequência, será possível identificar algumas semelhanças com os métodos utilizados na Maçonaria.

Os Graus de aperfeiçoamento da Escola Pitagórica compreendiam três categorias de discípulos, o que, por si só, denota uma certa semelhança com o sistema da Maçonaria Simbólica.

A primeira categoria era formada pelos Ouvintes (Akoustikoi) que podiam participar das reuniões, mas deveriam guardar absoluto silêncio sobre o que ouviam, sendo que esta fase era para durar de três a cinco anos. A lei do silêncio era imperante.

A segunda categoria era a dos Matemáticos (Mathematikoi) que estudavam os números de maneira aprofundada: descobrir as relações existentes entre a matemática e a música, conhecer os números em si e suas ligações com a natureza.

A terceira categoria era formada pelo Físicos (Physikoi) que se dedicavam aos estudos místicos envolvendo os mistérios da natureza e do homem.  Importante salientar que a Física no contexto da Grécia clássica era o estudo da Natureza ou Filosofia Natural.

No entender de um dos nossos mais renomados estudiosos, José Castellani:

“Os três graus maçônicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre) representam as três grandes fases da evolução do pensamento do homem: intuição, análise e síntese; de maneira geral, os três estágios das escolas pitagóricas seguem, também, essa evolução.” (Castelllani, pág. 68, 2003)

Já a Geometria e a Numerologia parecem ter uma influência bem superior nos diversos graus. Vejamos nas palavras do Irmão Varoli Filho o que ele disse sobre o assunto:

“O grande simbolismo dos pitagóricos não estava somente nos números, como também na Geometria, ciência que os sábios gregos consideravam sagrada e condição para o conhecimento das coisas divinas e da filosofia. No grau de Companheiro-Maçom a filosofia das figuras geométricas é ensinada com inspiração pitagórica. No grau de Aprendiz tais ensinamentos, por via de regra não ultrapassam do número quatro ou da tétrada.”  

PITAGORISMO, NUMEROLOGIA E MAÇONARIA

Na Antiguidade, o estudo dos números era parte da filosofia.

Já a Numerologia, numa definição bem sucinta, estuda o significado oculto, místico e simbólico dos números. Há duas fontes, digamos assim, quando o assunto são os números, que exerceram suas influências na Maçonaria: a numerologia cabalística e a numerologia pitagórica.

No presente momento interessa-nos especificamente essa que é oriunda de Pitágoras, filósofo ficou popularmente conhecido como o pai dos números, como já havíamos mencionado anteriormente.

Uma parte do que o Irmão Antônio Nami registrou em seu livro “Maçonaria de A a Z”, sobre o verbete “Pitagorismo” diz o seguinte:

“(...)Define-se o Pitagorismo por duas tendências: a místico-moralista, ligada ao orfismo e ao xamanismo, e a filosófico-matemática, da qual resultou brilhante acervo de conhecimentos aritméticos, geométricos, astronômicos e acústicos, integrados pelo descobrimento de correspondências numéricas entre as várias ordens de realidade.” (Nami, 2013, pág. 221)

Para Pitágoras o número era o princípio básico do cosmo, e Peter Gorman, que foi citado anteriormente pelo Irmão Raimundo Rodrigues, esclareceu a essência do que os pitagóricos buscavam com a matemática:

“...a base da filosofia de Pitágoras era a matemática, não necessariamente a resolução de problemas e tampouco a matemática aplicada, mas antes as teorias matemáticas e suas aplicações no comportamento e na interpretação da realidade.” (Rodrigues, 2004, pág.142)

Pitágoras, filósofo e matemático, com seus estudos e suas descobertas a respeito dos números acabou influenciando muitos filósofos, pensadores e matemáticos que vieram depois, a exemplo de Platão, Nicômaco de Gerasa, Numênio, Plotino, Nostradamus, Galileu, Descartes, etc.  E Jâmblico, filósofo neoplatônico assírio escreveu uma Vida de Pitágoras e um Compêndio sobre o Pitagorismo onde constou uma lista bastante extensa dos pitagóricos, ou discípulos de Pitágoras na Antiguidade.  

Ainda com relação aos números e a sua importância para os pitagóricos, usemos mais uma vez das palavras do Irmão Raimundo Rodrigues:

“O UNO gerou o primeiro movimento ou díada, o 2 que, por sua vez, gerou o primeiro número, o 3, o qual se constitui no símbolo do cosmos. O 3 simboliza, ainda, as três dimensões, que são a menor quantidade numérica; o 3 é, portanto, o primeiro número real, enquanto que o UNO e o 2 são criadores do número e não propriamente números.” (Rodrigues, 2004, págs. 147-148, 2004)

PITÁGORAS É MESMO O AUTOR DOS VERSOS DE OURO?

O Irmão Varoli Filho emite a opinião de que, para a doutrina maçônica os ensinamentos pitagóricos referentes ao UNO, sobre a interpretação dos números e das figuras geométricas, e ainda, relacionados à iniciática da díada e dos opostos são os estudos verdadeiramente relevantes para a doutrina maçônica,  e tece, inclusive, uma crítica com relação às Lojas que exibem em suas Salas dos Passo Perdidos versões deturpadas dos ‘Versos Áureos” ou “Carmen Aureum” provenientes de alguns autores Maçons que remetem esses versos diretamente a Pitágoras, quando deveriam esclarecer tudo bem melhor, já que esses versos são resultado de uma síntese de algumas máximas de alguns dos seus discípulos. (Varoli Filho,1977, págs. 168-169)

Há autores que creditam a autoria dos versos ao pitagórico Lísis, que era um dos contemporâneos do filósofo Pitágoras.

COMENTÁRIOS:

Como o objetivo desse trabalho não é somente repetir o básico, mas, esclarecer da melhor forma o que for de conteúdo duvidoso, para corroborar o que o Irmão Varoli Filho disse em tom de crítica, essa pesquisa recorre novamente ao grande estudioso Jean-François Mattéi que a respeito do assunto também chegou a se manifestar assim:

“Os célebres Versos de Ouro, poema de setenta e um versos dos quais Hierocles fará um comentário, não são de Pitágoras, mas de um compilador tardio do século IV de nossa era, que recolheu fragmentos poéticos do Discurso sagrado, atribuído a Pitágoras.” (Mattéi, pág. 27, 2007)

AINDA SOBRE NUMEROLOGIA

Antes de prosseguir, devemos ter em mente que muitas das especulações numéricas dos primeiros pitagóricos são fragmentos, produtos de compilações feitas já em plena era cristã e que, pouquíssimos dos documentos que chegaram à posteridade, poderiam ser atestados como autênticos e inquestionáveis. Além disso, há as influências, assim como, os compostos de doutrinas... 0

Para Filolau, um dos discípulos mais importantes, o Uno era o princípio de todas as coisas, o que não era muito diferente do pensamento dos pitagóricos em geral, onde “tudo tem um número”.

Íon de Quíos, escreveu uma cosmogonia chamada “Os Triagmas”, que iniciava da seguinte forma:

“Todas as coisas são três e nada é mais nem menos que três. O que constitui o valor de cada ser em particular é a tríade formada pela inteligência, pela força e o acaso”. 

 Aristóteles diz que a tese da Tríade é essencialmente pitagórica, e atestou isso escrevendo:

“Porque - é também a opinião dos pitagóricos - é o número 3 que define o Todo e todas as coisas, posto que são os constituintes da Tríade: fim, meio e começo, que definem também o Todo.” (Mattéi, 2007, pág. 59)

Ainda, sobre os números e sua aplicação nos ensinamentos constantes nos templos maçônicos, no Grau de Aprendiz, por exemplo, os ensinamentos não poderão superar o número 4 ou a tétrada. A tétrada, Tetractis, Década ou o número sagrado, é a reunião de quatro números: 1,2,3 e 4, ou 1+2+3+4= 10. Os pitagóricos juravam pela Tetractis. O Tetragrama é o que compõem o Tudo e o Todo. Vale um estudo em separado, pois, demandaria muito espaço uma análise mais acurada sobre a Sagrada Tetractis e suas implicações matemáticas e filosóficas, no entanto, o Maçom deve estudá-la visando adquirir conhecimentos e alcançar seus intentos.

COMENTÁRIOS FINAIS:

Nem todos os escritores são unânimes em considerar a Maçonaria e a fraternidade pitagórica como possuidoras de vários pontos em comum, mas, em determinados aspectos, especificamente no método de ensino, nos estudos referentes aos números, figuras geométricas e conceitos filosóficos-matemáticos, evidentemente, há uma influência bastante sensível do Pitagorismo na Maçonaria.

No que se refere à Numerologia, ainda que, muito do misticismo hebraico esteja presente, alguns estudos relativos a determinados números, considerados fundamentais em sua natureza mística e filosófica, são extraídos basicamente da herança pitagórica.

O Pitagorismo tinha seu lado científico, como foi ventilado anteriormente, assim como, um lado místico que se revelou bastante forte, haja vista a crença na migração astral das almas. Devemos ter em mente também, o ensinamento esse que consta na Quinta Instrução do Aprendiz, onde reza assim:

“Há, entretanto, números que parecem predominar na estrutura do mundo, no tempo e no espaço, e que formam, mais ou menos, a base fundamental de todos os fenômenos da natureza. Esses números foram tidos sempre como sagrados, pelos antigos, como representando a expressão da Ordem e da Inteligência das coisas, como exprimindo mesmo a própria divindade.”

O Pitagorismo com suas especulações filosóficas, matemáticas, religiosas e místicas, ensejou durante o desenvolvimento da história do pensamento humano muitos outros desdobramentos, influindo ou servindo de ponto de partida para novos estudos em diversas áreas.

A Maçonaria absorveu uma parte significativa dos seus ensinamentos, e o Maçom deverá estudá-los e tentar aprofundá-los na medida do possível.  

CONSULTAS BIBLIOGRÁFICAS:

Internet:

“Quem foi Pitágoras e quais foram suas contribuições para a matemática e a filosofia?” – artigo de autoria da: Redação National Geographic Brasil – disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/08/quem-foi-pitagoras-e-quais-foram-suas-contribuicoes-para-a-matematica-e-a-filosofia

Livros:

CASTELLANI, José. “As Origens Históricas da Mística Maçônica” – Editora Landmark - 2003

CHAMPLIN, R.N. “Enciclopédia da Bíblia, Teologia e Filosofia” – Vol. 5 – Editora Hagnos – 9ª Edição - 2008

GIRARDI, João Ivo. “Do Meio-Dia à Meia-Noite Vade-Mécum Maçônico” – Nova Letra Gráfica e Editora Ltda. 2ª Edição – 2008

JAPIASSÚ, Hilton & MARCONDES, Danilo. “Dicionário Básico de Filosofia” – Jorge Zahar Editor – 3ª Edição – 1996

“Manual de Procedimentos Ritualísticos, Ritual e Instruções - 0 Aprendiz-Maçom” - R.E.A.A. - GORGS - Edição 2017

MATTÉI, Jean-François. “Pitágoras e os Pitagóricos” – Editora Paulus – 2ª Edição - 2007

NAMI, Antônio. “Maçonaria de A a Z” – Madras Editora Ltda. 2013

RODRIGUES, Raimundo. “A Maçonaria e o Hábito da Virtude” – Editora Maçônica “A Trolha” Ltda. – 1ª Edição – 2004

VAROLI FILHOS, Theobaldo. “Curso de Maçonaria Simbólica” – 1º Tomo – Aprendiz – Editora A Gazeta Maçônica S.A. – 2ª Edição – 1977