(*) Por Irmão Antônio do Carmo Ferreira A história tem sido exuberante nos registros dos benefícios que a UNIÃO tem proporcionado à humanidade. Elenca a paz e o progresso como conseqüências imediatas desse concerto. O salmista (133) ensina que o “bom e o agradável” acontecem quando ”os irmãos estão em união”. E prossegue com esses ensinamentos, fazendo comparações que muito enriquecem a didática sobre o assunto. Saca, neste sentido, dois exemplos lindíssimos. Compara a UNIÃO “ao óleo precioso” que era utilizado na sagração dos sacerdotes e que marcava o pico daquela unção. Convém lembrar que o sacerdote era o top na liderança e na importância social da antiguidade a que o salmista se reportava. No mesmo salmo faz alusão ainda ao progresso que a UNIÃO é capaz de fecundar, ao compará-la com o “orvalho do Hermon”. No sopé do monte de Sião o terreno era arenoso e sáfaro. Nada ali germinava e precária, portanto, era ali a vida vegetal. Mas o salmista falava do milagre do “orvalho do H...